{"id":2431,"date":"2014-11-04T16:43:36","date_gmt":"2014-11-04T16:43:36","guid":{"rendered":"http:\/\/local.kadampa.org\/reference-4\/verdade-ultima-vacuidade"},"modified":"2019-11-09T22:11:30","modified_gmt":"2019-11-09T22:11:30","slug":"verdade-ultima-vacuidade","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/reference\/verdade-ultima-vacuidade","title":{"rendered":"Verdade \u00faltima &#8211; Vacuidade"},"content":{"rendered":"<p>Extra\u00eddo de <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt-br\/books\/transforme-sua-vida\">Como Transformar a sua vida<\/a> por <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt-br\/buddhism\/geshe-kelsang-gyatso\">Vener\u00e1vel Geshe Kelsang Gyatso<\/a>.<\/p>\n<p>A vacuidade n\u00e3o \u00e9 um \u201cnada\u201d, mas \u00e9 a real natureza dos fen\u00f4menos.<br \/>\nVerdade \u00faltima, vacuidade e natureza \u00faltima dos fen\u00f4menos s\u00e3o o mesmo.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso saber que todos os nossos problemas surgem porque n\u00e3o compreendemos a verdade \u00faltima. Permanecemos na pris\u00e3o do samsara porque, devido \u00e0s nossas delus\u00f5es, continuamos a nos envolver em a\u00e7\u00f5es contaminadas. Todas as nossas delus\u00f5es surgem da ignor\u00e2ncia do agarramento ao em si.<\/p>\n<p>A ignor\u00e2ncia do agarramento ao em si \u00e9 a fonte de todos os nossos problemas e negatividades, e a \u00fanica maneira de erradic\u00e1-la consiste em realizar a vacuidade. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil compreender a vacuidade, mas \u00e9 extremamente importante nos esfor\u00e7armos para faz\u00ea-lo. Nossos esfor\u00e7os ser\u00e3o, por fim, recompensados com a cessa\u00e7\u00e3o permanente do sofrimento e com o \u00eaxtase incessante da plena ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O prop\u00f3sito de compreender a vacuidade e meditar sobre ela \u00e9 livrar nossa mente de concep\u00e7\u00f5es err\u00f4neas e apar\u00eancias equivocadas, para que venhamos a nos tornar um ser completamente puro, ou iluminado.<\/p>\n<p>Neste contexto, o termo \u201cconcep\u00e7\u00e3o err\u00f4nea\u201d refere-se \u00e0 ignor\u00e2ncia do agarramento ao em si \u2013 uma mente conceitual que se agarra aos objetos como se fossem verdadeiramente existentes; e \u201capar\u00eancia equivocada\u201d refere-se \u00e0 apar\u00eancia de exist\u00eancia verdadeira dos objetos. Concep\u00e7\u00f5es err\u00f4neas s\u00e3o obstru\u00e7\u00f5es \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o e apar\u00eancias equivocadas s\u00e3o obstru\u00e7\u00f5es \u00e0 onisci\u00eancia. S\u00f3 um Buda abandonou ambas as obstru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Existem dois tipos de agarramento ao em si: de pessoas e de fen\u00f4menos. Com o primeiro, agarramo-nos ao nosso pr\u00f3prio eu e ao eu dos outros como se fossem verdadeiramente existentes; com o segundo, agarramo-nos aos demais fen\u00f4menos como se fossem verdadeiramente existentes. As mentes que apreendem nosso corpo e mente, nossas posses e o mundo como verdadeiramente existentes s\u00e3o exemplos do agarramento ao em si de fen\u00f4menos.<\/p>\n<p>A principal finalidade de meditar sobre a vacuidade \u00e9 reduzir e, por fim, eliminar os dois tipos de agarramento ao em si. O agarramento ao em si \u00e9 a fonte de todos os nossos problemas; nosso sofrimento \u00e9 diretamente proporcional \u00e0 intensidade do nosso agarramento ao em si.<\/p>\n<p>Por exemplo, quando nosso agarramento ao em si est\u00e1 muito forte, ficamos aborrecidos at\u00e9 quando algu\u00e9m nos provoca de brincadeira, ao passo que em outras ocasi\u00f5es, quando est\u00e1 mais fraco, podemos at\u00e9 rir com a pessoa que nos provocou. Uma vez que tenhamos destru\u00eddo por completo nosso agarramento ao em si, todos os nossos problemas desaparecer\u00e3o naturalmente. At\u00e9 temporariamente, meditar sobre a vacuidade \u00e9 muito \u00fatil para superarmos ansiedade e preocupa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para saber mais sobre a bodhichitta, consultar os livros <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt\/books\/novo-manual-de-meditao\">Novo Manual de Medita\u00e7\u00e3o<\/a>, <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt-br\/books\/corao-de-sabedoria\">Novo Cora\u00e7\u00e3o de Sabedoria<\/a>, and <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt-br\/books\/oceano-de-n\">Oceano de N\u00e9ctar<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"excerpt","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2400,"menu_order":48,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"sync_status":"","episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","castos_file_data":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","footnotes":""},"section":[],"class_list":["post-2431","page","type-page","status-publish"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2431","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2431"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2431\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2431"}],"wp:term":[{"taxonomy":"section","embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/section?post=2431"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}