{"id":2426,"date":"2014-11-04T16:20:14","date_gmt":"2014-11-04T16:20:14","guid":{"rendered":"http:\/\/local.kadampa.org\/reference-4\/reencarnacao"},"modified":"2019-11-09T22:27:16","modified_gmt":"2019-11-09T22:27:16","slug":"reencarnacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/reference\/reencarnacao","title":{"rendered":"Reencarna\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"gmail_default\">Extra\u00eddo de <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt-br\/books\/transforme-sua-vida\">Como Transformar a sua Vida<\/a> por <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt-br\/buddhism\/veneravel-geshe-kelsang-gyatso\">Vener\u00e1vel Geshe Kelsang Gyatso<\/a>.<\/div>\n<p>Muitas pessoas acreditam que, quando o corpo se desintegra na morte, o continuum mental cessa e a mente deixa de existir, como uma chama de vela que se apaga quando toda a cera \u00e9 consumida.<\/p>\n<p>Certas pessoas chegam a pensar em suic\u00eddio na esperan\u00e7a de que a morte ponha um fim a seus problemas e sofrimentos. Contudo, tais id\u00e9ias s\u00e3o totalmente err\u00f4neas.<\/p>\n<p>Como explicado, o corpo e a mente s\u00e3o entidades separadas e, assim, apesar do corpo se desintegrar na morte, o continuum da mente n\u00e3o \u00e9 interrompido. Em vez de cessar, a mente apenas deixa o corpo atual e vai para a pr\u00f3xima vida.<\/p>\n<p>Isso significa que para n\u00f3s, os seres comuns, a morte s\u00f3 traz novos sofrimentos, ao inv\u00e9s de elimin\u00e1-los. Por n\u00e3o entender isso, muitas pessoas destroem suas preciosas vidas humanas cometendo suic\u00eddio.<\/p>\n<p>Outra maneira de compreender a exist\u00eancia de vidas passadas e futuras \u00e9 examinar o processo de dormir, sonhar e acordar, devido \u00e0 grande semelhan\u00e7a que este tem com o processo de morrer, passar pelo estado intermedi\u00e1rio e renascer.<\/p>\n<p>Quando dormimos, nossos ventos interiores densos se re\u00fanem e se dissolvem dentro de n\u00f3s, e nossa mente se torna cada vez mais sutil at\u00e9 se transformar na mente muito sutil da clara luz do sono. Enquanto a clara luz do sono est\u00e1 manifesta, experimentamos o sono profundo e, aos olhos dos outros, parecemos mortos. Quando a clara luz do sono cessa, nossa mente se torna cada vez mais densa e passamos pelos diversos est\u00e1gios do estado de sonho. Por fim, nossas faculdades normais de mem\u00f3ria e de controle mental s\u00e3o restauradas e acordamos. Quando isso acontece, nosso mundo do sonho desaparece e percebemos o mundo do estado desperto.<\/p>\n<p>Um processo muito parecido acontece quando morremos. Ao morrer, nossos ventos se dissolvem dentro de n\u00f3s e nossa mente torna-se progressivamente mais sutil at\u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o da mente muito sutil da clara luz da morte. A experi\u00eancia da clara luz da morte \u00e9 muito similar \u00e0 do sono profundo.<\/p>\n<p>Quando a clara luz da morte cessa, experienciamos as etapas do estado intermedi\u00e1rio, ou bardo, em tibetano \u2013 um estado que \u00e9 como um sonho e acontece entre a morte e o renascimento. Passados alguns dias ou semanas, o estado intermedi\u00e1rio termina e renascemos. Assim como, ao acordar, o mundo do sonho desaparece e percebemos o mundo do estado desperto, ao renascer, as apar\u00eancias do estado intermedi\u00e1rio cessam e percebemos o mundo da nossa pr\u00f3xima vida.<\/p>\n<p>A \u00fanica diferen\u00e7a significativa entre esses dois processos \u00e9 que, ap\u00f3s o cessar da clara luz do sono, a conex\u00e3o entre a nossa mente e o nosso corpo atual continua intacta, ao passo que, depois da clara luz da morte, ela \u00e9 rompida.<\/p>\n<p>Contemplando isso, podemos nos convencer da exist\u00eancia de vidas passadas e futuras.<\/p>\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre reencarna\u00e7\u00e3o, consulte os livros <a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt-br\/books\/introduo-ao-budismo\">Introdu\u00e7\u00e3o ao Budismo<\/a> e\u00a0<a href=\"http:\/\/kadampa.org\/pt\/books\/caminho-alegre-da-boa-fortuna\">Caminho Alegre da Boa Fortuna<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"excerpt","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2400,"menu_order":42,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"sync_status":"","episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","castos_file_data":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","footnotes":""},"section":[],"class_list":["post-2426","page","type-page","status-publish"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2426","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2426"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2426\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2426"}],"wp:term":[{"taxonomy":"section","embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/section?post=2426"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}