{"id":1779,"date":"2015-03-16T10:30:07","date_gmt":"2015-03-16T10:30:07","guid":{"rendered":"http:\/\/local.kadampa.org\/oceano-de-n"},"modified":"2020-02-08T15:34:44","modified_gmt":"2020-02-08T15:34:44","slug":"ocean-of-nectar","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/books\/ocean-of-nectar","title":{"rendered":"Oceano de N\u00e9ctar"},"content":{"rendered":"<p>A Verdadeira Natureza de Todas as Coisas<\/p>\n<p>Por Geshe Kelsang Gyatso<\/p>\n<p>Texto raiz, Guide to the Middle Way, dispon\u00edvel como um audiolivro em CD<\/p>\n<p><a href=\"#excerpt\">adquira <em>online<\/em><\/a><br \/>\n<a href=\"#excerpt\">leia um trecho<\/a><\/p>\n<p>Quando Buda ensinou os sutras Perfei\u00e7\u00e3o de sabedoria, ele explicou a verdade \u00faltima, a vacuidade, mencionando todas as diferentes categorias dos fen\u00f4menos e mostrando como cada fen\u00f4meno existe, por sua vez, como mera imputa\u00e7\u00e3o da mente e n\u00e3o existe do seu pr\u00f3prio lado.<\/p>\n<p>Esse ensinamento vai ao cora\u00e7\u00e3o da realidade, e compreender e realizar plenamente seu significado \u00e9 a chave para libertar a mente da ignor\u00e2ncia do agarramento ao em-si e alcan\u00e7ar verdadeira paz interior.<\/p>\n<p>Ao longo dos s\u00e9culos, grandes eruditos mahayana \u2013 especialmente Nagarjuna e Chandrakirti \u2013 elucidaram o significado dos sutras Perfei\u00e7\u00e3o de sabedoria em seus coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>No livro Oceano de N\u00e9ctar, Geshe Kelsang d\u00e1 prosseguimento a essa nobre tradi\u00e7\u00e3o oferecendo uma explica\u00e7\u00e3o ao famoso coment\u00e1rio de Chandrakirti Guia ao Caminho do Meio.<\/p>\n<p>Com uma clareza e uma vis\u00e3o impressionantes, ele nos guia passo a passo por uma matriz de assuntos profundos, facilitando a compreens\u00e3o para o leitor moderno e trazendo o caminho Mahayana ao alcance de todos n\u00f3s.<\/p>\n<p>\u201cEsse importante trabalho retribui lindamente a leitura atenta requerida para saborear plenamente o texto\u201d. \u2014 <span class=\"caps\">THE<\/span> <span class=\"caps\">MIDDLE<\/span> <span class=\"caps\">WAY<\/span><\/p>\n<hr id=\"buy-online\" \/>\n<p><a title=\"Compre este livro na Tharpa Brasil\" href=\"https:\/\/tharpa.com\/br\/catalog\/product\/view\/id\/3780\/s\/oceano\/category\/716\/\">Compre este livro na Tharpa Brasil<\/a><br \/>\n<a title=\"Compre este livro na Tharpa Canada\" href=\"https:\/\/tharpa.com\/ca\/ocean-of-nectar-3599.html\">Compre este livro na Tharpa Canad\u00e1<\/a><br \/>\n<a title=\"Compre este livro na Tharpa EUA\" href=\"https:\/\/tharpa.com\/us\/ocean-of-nectar-3599.html\">Compre este livro na Tharpa EUA<\/a><br \/>\n<a title=\"Compre este livro na Tharpa UK\" href=\"https:\/\/tharpa.com\/uk\/introduction-to-buddhism.html\">Compre este livro na Tharpa Inglaterra <\/a><\/p>\n<hr id=\"excerpt\" \/>\n<p>Tudo \u00e9 Meramente Imputado pela Mente<\/p>\n<p>Chandrakirti, em seu coment\u00e1rio \u00e0 obra Quatrocentos, de Aryadeva, e Je Tsongkhapa, em Ilumina\u00e7\u00e3o Clara da Inten\u00e7\u00e3o, utilizam a analogia de uma cobra imaginada para mostrar como todos os fen\u00f4menos s\u00e3o meramente designados, ou imputados, pelo pensamento. Um homem, andando por um campo ao anoitecer, depara-se com um rolo de corda raiada sobre a grama e, confundindo-o com uma cobra, desenvolve medo. Embora uma cobra apare\u00e7a vividamente \u00e0 sua mente, essa cobra n\u00e3o existe do seu pr\u00f3prio lado. Ela \u00e9, meramente, uma proje\u00e7\u00e3o da sua mente, designada por pensamento conceitual na depend\u00eancia da corda. Para al\u00e9m disso, nenhuma cobra pode ser encontrada, porque nem o rolo de corda como um todo nem qualquer parte dele \u00e9 uma cobra.<br \/>\nExatamente do mesmo modo, todos os fen\u00f4menos s\u00e3o meramente designados por pensamento conceitual. Por exemplo, o eu n\u00e3o existe do seu pr\u00f3prio lado \u2013 ele \u00e9, meramente, uma proje\u00e7\u00e3o da mente, designado por pensamento conceitual na depend\u00eancia dos agregados.\u00a0Se tentarmos encontrar um eu que seja diferente da mera designa\u00e7\u00e3o conceitual \u201ceu\u201d, n\u00e3o seremos bem-sucedidos, porque nem a cole\u00e7\u00e3o (ou conjunto) dos agregados, tampouco qualquer agregado individual \u00e9 o eu. Fen\u00f4menos existentes, tais como o eu, diferem da cobra imaginada no sentido de serem designa\u00e7\u00f5es v\u00e1lidas, mas n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a do ponto de vista de serem meramente designados por pensamento conceitual.<br \/>\nNa analogia, porque o homem enxerga a corda no crep\u00fasculo, ele apreende equivocadamente uma cobra e desenvolve medo. Para remover esse medo, ele precisa remover a mente que apreende uma cobra por compreender que n\u00e3o h\u00e1 uma cobra ali. Mesmo assim, se a corda for deixada no mesmo lugar, h\u00e1 o risco de que o homem da analogia cometa o mesmo equ\u00edvoco no futuro. A \u00fanica maneira de evitar esse perigo \u00e9 removendo a corda. De modo semelhante, os seres vivos observam seus agregados na escurid\u00e3o da sua ignor\u00e2ncia e, equivocadamente, apreendem um eu inerentemente existente. Essa mente, que se aferra a um eu inerentemente existente, \u00e9 a raiz do samsara e a fonte de todo o medo. Para remover os medos do samsara, precisamos remover essa mente atrav\u00e9s de realizar que n\u00e3o h\u00e1 um eu inerentemente existente. Mesmo assim, haver\u00e1 o perigo de que a mente que se aferra a um eu inerentemente existente volte a se manifestar se continuarmos a nos aferrar a agregados inerentemente existentes. Por essa raz\u00e3o, a \u00fanica maneira de removermos inteiramente os medos do samsara \u00e9, primeiro, realizar a aus\u00eancia de exist\u00eancia inerente do eu e, depois, realizar a aus\u00eancia de exist\u00eancia inerente dos agregados.<br \/>\nNovamente, podemos usar outras analogias, tais como: enxergar uma aranha na parede onde h\u00e1 apenas uma mancha, enxergar uma pessoa \u00e0 dist\u00e2ncia onde h\u00e1 apenas uma pilha de pedras, ou gerar medo durante um filme. Por contemplar essas analogias, podemos compreender como todos os fen\u00f4menos s\u00e3o meramente designados pelo pensamento.<\/p>\n<p>\u00a9 Geshe Kelsang Gyatso &amp; New Kadampa Tradition<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"excerpt","protected":false},"author":1,"featured_media":1215,"parent":1795,"menu_order":23,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"sync_status":"","episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","castos_file_data":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","footnotes":""},"section":[1672],"class_list":{"0":"post-1779","1":"page","2":"type-page","3":"status-publish","4":"has-post-thumbnail","6":"section-old-site-pt-br","7":"resize-featured-image"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1779","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1779"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1779\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1795"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1215"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1779"}],"wp:term":[{"taxonomy":"section","embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/section?post=1779"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}