{"id":1772,"date":"2015-03-16T09:49:41","date_gmt":"2015-03-16T09:49:41","guid":{"rendered":"http:\/\/local.kadampa.org\/eight-steps-to-happiness1"},"modified":"2019-12-14T14:18:08","modified_gmt":"2019-12-14T14:18:08","slug":"eight-steps-to-happiness1","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/books\/eight-steps-to-happiness1","title":{"rendered":"Novo Oito Passos para a Felicidade"},"content":{"rendered":"<p>Geshe Kelsang Gyatso<\/p>\n<p><a href=\"#buy-online\">compre este livro <em>online<\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"#excerpt\">leia um trecho<\/a><\/p>\n<p>Este livro imensamente pr\u00e1tico tra\u00e7a um caminho completo do desenvolvimento espiritual.<\/p>\n<p>Na forma de um coment\u00e1rio a um dos ensinamentos mais eternos e amados do Budismo, Oito Versos para o Treino da Mente pelo grande Bodhisattva Tibetano Langri Tangpa, ele explica como transformar cada momento de nossa vida em um passo no caminho para a paz interior e, em particular, como transformar todas as dificuldades da vida em experi\u00eancias verdadeiramente libertadoras.<\/p>\n<p>Geshe Kelsang mostra como todos os nossos problemas se originam de uma tend\u00eancia profundamente enraizada para nos apreciar mais que aos outros. Ele explica m\u00e9todos simples para erradicar esta perspectiva absurda e substitu\u00ed-la por um genu\u00edno desejo de apreciar os outros \u2013 a fonte de toda a virtude e felicidade neste mundo.<\/p>\n<p>\u201c\u2026 induz calma e compaix\u00e3o.\u201d \u2014 <span class=\"caps\">THE<\/span> <span class=\"caps\">NEW<\/span> <span class=\"caps\">HUMANITY<\/span><\/p>\n<hr id=\"buy-online\" \/>\n<p><a title=\"Buy this book from Tharpa Canada\" href=\"http:\/\/www.tharpa.com\/ca\/book-Eight.Steps.to.Happiness-13.html\">Buy this book from Tharpa Canada<\/a><\/p>\n<p><a title=\"Buy this book from Tharpa US\" href=\"https:\/\/tharpa.com\/us\/catalog\/product\/view\/id\/2563\/s\/the-new-eight-steps-to-happiness-2563\/category\/90\/\">Buy this book from Tharpa US<\/a><\/p>\n<p><a title=\"Buy this book from Tharpa UK\" href=\"https:\/\/tharpa.com\/uk\/the-new-eight-steps-to-happiness.html\">Buy this book from Tharpa UK (Rest of World)<\/a><\/p>\n<hr id=\"excerpt\" \/>\n<p>Contemplar a bondade dos outros<\/p>\n<p>Todos os seres vivos merecem ser apreciados pela imensa bondade que t\u00eam nos mostrado. Toda a nossa felicidade, tempor\u00e1ria e \u00faltima, surge pela bondade deles. At\u00e9 mesmo o nosso corpo \u00e9 o resultado da bondade dos outros. N\u00e3o o trouxemos conosco da nossa vida anterior \u2013 ele se desenvolveu a partir da uni\u00e3o do espermatozoide do nosso pai e do \u00f3vulo da nossa m\u00e3e.<\/p>\n<p>Depois que fomos concebidos, nossa m\u00e3e bondosamente permitiu que fic\u00e1ssemos em seu ventre, nutrindo nosso corpo com seu sangue e calor, suportou imenso desconforto e, por fim, enfrentou a dolorosa prova\u00e7\u00e3o do parto para o nosso benef\u00edcio.<\/p>\n<p>Viemos a este mundo nus e de m\u00e3os vazias, mas imediatamente nos deram um lar, comida, roupas e tudo de que precis\u00e1vamos. Enquanto \u00e9ramos um beb\u00ea indefeso, nossa m\u00e3e nos protegeu de perigos, alimentou-nos, limpou-nos e amou-nos. Sem a sua bondade, hoje n\u00e3o estar\u00edamos vivos.<\/p>\n<p>Por receber constantemente alimentos, bebidas e cuidados, nosso corpo se desenvolveu gradualmente \u2013 de um pequeno e indefeso beb\u00ea para o corpo que temos hoje. Todos esses cuidados nos foram proporcionados, direta ou indiretamente, por incont\u00e1veis seres vivos. Cada c\u00e9lula do nosso corpo \u00e9, portanto, o resultado da bondade dos outros.<\/p>\n<p>Mesmo aqueles que nunca conheceram suas pr\u00f3prias m\u00e3es receberam alimentos e cuidados amorosos de outras pessoas. O simples fato de estarmos vivos hoje \u00e9 um testemunho da grande bondade dos outros.<\/p>\n<p>\u00c9 porque temos este corpo atual com faculdades humanas que somos capazes de desfrutar de todos os prazeres e oportunidades da vida humana. At\u00e9 mesmo simples prazeres, como dar um passeio ou contemplar um belo p\u00f4r do sol, podem ser vistos como o resultado da bondade de inumer\u00e1veis seres vivos. Nossos talentos e habilidades, tudo prov\u00e9m da bondade dos outros; tivemos que ser ensinados a comer, andar, falar, ler e escrever.<\/p>\n<p>Mesmo a l\u00edngua que falamos n\u00e3o foi inventada por n\u00f3s mesmos, mas \u00e9 o produto de muitas gera\u00e7\u00f5es. Sem ela, n\u00e3o poder\u00edamos nos comunicar com os outros nem compartilhar de suas ideias. N\u00e3o poder\u00edamos ler este livro, aprender Dharma ou at\u00e9 mesmo pensar com clareza. Todos os recursos e instala\u00e7\u00f5es que damos como certos e garantidos \u2013 como casas, carros, estradas, lojas, escolas, hospitais e cinemas \u2013 s\u00e3o produzidos somente atrav\u00e9s da bondade dos outros. Quando viajamos de \u00f4nibus ou de carro, tomamos as estradas como se j\u00e1 estivessem ali, prontas, desde sempre, mas muitas pessoas trabalharam arduamente para constru\u00ed-las e torn\u00e1-las seguras para o nosso uso.<\/p>\n<p>O fato de que algumas das pessoas que nos ajudam talvez n\u00e3o tenham a inten\u00e7\u00e3o de faz\u00ea-lo \u00e9 irrelevante. Recebemos benef\u00edcio de suas a\u00e7\u00f5es; portanto, do nosso ponto de vista, isso \u00e9 bondade. Em vez de nos focarmos em suas motiva\u00e7\u00f5es, que, de qualquer modo, n\u00e3o conhecemos, devemos nos concentrar no benef\u00edcio pr\u00e1tico que recebemos.<br \/>\nTodos os que contribuem de algum modo para nossa felicidade e bem-estar s\u00e3o merecedores da nossa gratid\u00e3o e respeito. Se tiv\u00e9ssemos que restituir tudo o que os outros t\u00eam dado a n\u00f3s, n\u00e3o nos restaria absolutamente nada.<\/p>\n<p>Podemos argumentar que n\u00e3o recebemos as coisas gratuitamente, mas que temos que trabalhar por elas. Quando vamos \u00e0s compras, temos de pagar, e quando comemos num restaurante, temos de pagar a conta. Talvez tenhamos um carro, mas tivemos de comprar o carro e, agora, temos de pagar pelo combust\u00edvel, impostos e seguro. Ningu\u00e9m nos d\u00e1 nada de gra\u00e7a. Por\u00e9m, de onde tiramos esse dinheiro? \u00c9 verdade que, em geral, temos de trabalhar para ganhar nosso dinheiro, mas s\u00e3o os outros que nos empregam ou compram nossas mercadorias; portanto, indiretamente, s\u00e3o eles que nos proveem com dinheiro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a raz\u00e3o pela qual somos capazes de fazer um determinado tipo de trabalho \u00e9 que recebemos das outras pessoas a educa\u00e7\u00e3o ou treinamento necess\u00e1rios. Para onde quer que olhemos, encontramos somente a bondade dos outros. Estamos todos interconectados numa rede de bondade da qual \u00e9 imposs\u00edvel nos separar. Tudo que temos e tudo do que desfrutamos, inclusive nossa pr\u00f3pria vida, deve-se \u00e0 bondade dos outros. De fato, toda a felicidade que existe no mundo surge como resultado da bondade dos outros.<\/p>\n<p>Nosso desenvolvimento espiritual e a felicidade pura da plena ilumina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m dependem da bondade dos seres vivos. Centros budistas, livros de Dharma e cursos de medita\u00e7\u00e3o n\u00e3o surgem do nada, mas s\u00e3o o resultado do trabalho \u00e1rduo e dedica\u00e7\u00e3o de muitas pessoas. Nossa oportunidade de ler, contemplar e meditar nos ensinamentos de Buda depende inteiramente da bondade dos outros. Al\u00e9m disso, como ser\u00e1 explicado mais adiante, sem seres vivos com os quais possamos praticar generosidade, testar nossa paci\u00eancia ou pelos quais possamos desenvolver compaix\u00e3o, nunca conseguir\u00edamos desenvolver as qualidades virtuosas necess\u00e1rias \u00e0 conquista da ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em resumo, precisamos dos outros para o nosso bem-estar f\u00edsico, emocional e espiritual. Sem os outros, n\u00e3o somos nada. Nossa impress\u00e3o de que somos uma ilha, um indiv\u00edduo autossuficiente e independente, n\u00e3o possui rela\u00e7\u00e3o alguma com a realidade. \u00c9 mais pr\u00f3ximo da verdade nos imaginarmos como uma c\u00e9lula no vasto corpo da vida \u2013 distintos, por\u00e9m intimamente ligados a todos os seres vivos. N\u00e3o podemos existir sem os outros, e eles, por sua vez, s\u00e3o afetados por tudo o que fazemos. A ideia de que \u00e9 poss\u00edvel garantir nosso pr\u00f3prio bem-estar enquanto negligenciamos o bem-estar dos outros, ou at\u00e9 mesmo \u00e0 custa deles, \u00e9 completamente irrealista.<\/p>\n<p>Contemplando as in\u00fameras maneiras pelas quais os outros nos ajudam, devemos tomar uma firme decis\u00e3o: \u201cPreciso apreciar todos os seres vivos, pois eles s\u00e3o muito bondosos comigo\u201d. Com base nessa determina\u00e7\u00e3o, geramos um sentimento de apre\u00e7o \u2013 uma sensa\u00e7\u00e3o de que todos os seres vivos s\u00e3o importantes e de que a felicidade deles importa para n\u00f3s.<\/p>\n<p>Tentamos misturar, de modo estritamente focado, nossa mente com esse sentimento e o mantemos pelo maior tempo que conseguirmos, sem nos esquecer dele. Quando sairmos da medita\u00e7\u00e3o, devemos tentar manter essa mente de amor, de modo que, sempre que encontrarmos ou nos lembrarmos de algu\u00e9m, naturalmente pensemos: \u201cEssa pessoa \u00e9 importante; a felicidade dessa pessoa importa para mim\u201d. Desse modo, podemos tornar a pr\u00e1tica de apreciar os seres vivos em nossa pr\u00e1tica principal.<\/p>\n<p>\u00a9 Geshe Kelsang Gyatso &amp; New Kadampa Tradition<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"excerpt","protected":false},"author":1,"featured_media":1187,"parent":1795,"menu_order":11,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"sync_status":"","episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","castos_file_data":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","footnotes":""},"section":[1672],"class_list":{"0":"post-1772","1":"page","2":"type-page","3":"status-publish","4":"has-post-thumbnail","6":"section-old-site-pt-br","7":"resize-featured-image"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1772","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1772"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1772\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1795"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1187"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1772"}],"wp:term":[{"taxonomy":"section","embeddable":true,"href":"https:\/\/kadampa.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/section?post=1772"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}